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O papel do pediatra vai muito além do atendimento da criança, se estendendo a uma relação íntima, de confiança e empatia com toda a família, nesta incrível jornada de criar e educar um filho. aspas aspas - Dra. Marith Berber
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estrela Mãe da Sofia e da Laura, com certeza o papel mais desafiador da minha vida!

Sou nascida e cresci em Bauru, me formei na Faculdade de Medicina - PUC Campinas. Me apaixonei pela medicina e fiz Residência de Pediatria e Complementação em UTI Pediátrica pela Faculdade de Medicina da USP São Paulo. Desde 2013, atuo em consultório pediátrico e também trabalho como plantonista na UTI Neonatal e Pediátrica do Hospital da Unimed Bauru e Beneficência Portuguesa, além de também fazer parte da equipe de emergencistas do Hospital da Unimed Bauru.

Tenho título de Especialista em Pediatria pela SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) e de Medicina Intensiva Pediátrica pela AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), além de pós-graduação em Emergências Pediátricas pelo HIAE (Hospital Israelita Albert Einstein).

Dra. Marith Berber em consultório pediátrico acolhedor
Atendimento pediátrico humanizado da Dra. Marith Berber Dra. Marith Berber com livros infantis no consultório Consulta pediátrica cuidadosa na Clínica Berber Dra. Marith Berber em ambiente pediátrico acolhedor
Dra. Marith Berber em consultório pediátrico acolhedor Atendimento pediátrico humanizado da Dra. Marith Berber Dra. Marith Berber com livros infantis no consultório Consulta pediátrica cuidadosa na Clínica Berber Dra. Marith Berber em ambiente pediátrico acolhedor
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Recepção acolhedora da Clínica Berber
Sala pediátrica preparada para receber crianças Espaço de café para famílias na Clínica Berber Consultório pediátrico acolhedor da Clínica Berber Sala de espera confortável da Clínica Berber
Recepção acolhedora da Clínica Berber Sala pediátrica preparada para receber crianças Espaço de café para famílias na Clínica Berber Consultório pediátrico acolhedor da Clínica Berber Sala de espera confortável da Clínica Berber
estrela Bem-vindos à Clínica Berber!

Uma clínica com ambiente acolhedor não só para o paciente, mas para toda a família. Somos especialistas em pediatria e cardiologia e estamos preparados para oferecer e dar o suporte necessário desde a prevenção e cuidados ao melhor em tratamentos para a vida, com atendimento individualizado, humanizado e especializado.

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Blog
O cérebro da criança: entendendo o desenvolvimento emocional

O cérebro do bebê: entendendo o desenvolvimento emocional dos primeiros quatro anos de vida

Você já se perguntou por que crianças pequenas parecem ter emoções tão intensas? Por que choram, gritam, se jogam no chão ou têm dificuldades para aceitar um "não", mesmo quando os pais explicam com calma?

A resposta está no desenvolvimento do cérebro infantil.

Nos primeiros anos de vida, o cérebro passa por uma fase de crescimento extraordinária. Milhões de conexões neurais são formadas diariamente, permitindo que a criança aprenda, explore o mundo e desenvolva habilidades cada vez mais complexas. Porém, esse desenvolvimento não acontece de forma uniforme.

Enquanto as áreas responsáveis pelas emoções já estão bastante ativas desde o nascimento, as regiões responsáveis pelo controle dessas emoções ainda estão em construção.

O cérebro emocional vem primeiro

Nos primeiros anos de vida, existe um predomínio do funcionamento do sistema límbico, conjunto de estruturas cerebrais envolvidas no processamento das emoções, da motivação e das respostas de sobrevivência.

É por isso que os bebês e as crianças pequenas vivem suas emoções de forma tão intensa. Quando sentem fome, sono, frustração, medo ou desconforto, a reação costuma ser imediata e intensa.

Nessa fase, a criança ainda não possui maturidade neurológica para analisar a situação racionalmente, controlar impulsos ou encontrar estratégias para se acalmar sozinha.

O córtex pré-frontal ainda está em construção

A região do cérebro responsável pelo autocontrole, pela capacidade de planejar, esperar, compreender consequências e regular emoções é o córtex pré-frontal.

Essa área começa a se desenvolver desde os primeiros anos, mas sua maturação é lenta e se estende até a vida adulta.

Por isso, esperar que uma criança de dois ou três anos consiga controlar suas emoções da mesma forma que um adulto é uma expectativa incompatível com o funcionamento do cérebro infantil.

Quando uma criança pequena entra em uma crise de birra, ela não está tentando manipular os pais ou desafiá-los deliberadamente. Na maioria das vezes, ela simplesmente não possui recursos neurológicos suficientes para lidar com aquela emoção de outra forma.

O que a criança aprende com os adultos?

Embora a autorregulação ainda esteja em desenvolvimento, ela pode ser ensinada.

Na verdade, a capacidade de controlar emoções é construída através das experiências que a criança vive com seus cuidadores.

Quando um adulto acolhe a emoção da criança, mantém a calma diante das crises e oferece segurança, ele está ajudando o cérebro infantil a criar caminhos para o autocontrole futuro.

Antes de aprender a se autorregular, a criança precisa ser regulada pelos adultos.

É através dessa repetição diária de experiências de acolhimento, previsibilidade e segurança que ela desenvolve gradualmente a capacidade de controlar suas próprias emoções.

A importância da rotina e da previsibilidade

O cérebro infantil gosta de previsibilidade.

Quando a criança sabe o que esperar ao longo do dia, ela se sente mais segura e menos ameaçada pelo ambiente ao seu redor.

Rotinas organizadas ajudam a reduzir o estresse e diminuem situações que frequentemente desencadeiam crises, como fome, sono excessivo, cansaço ou mudanças inesperadas.

Isso não significa viver com horários rígidos, mas oferecer uma estrutura previsível para as atividades do dia.

Pequenas antecipações também ajudam muito. Avisar que o momento de brincar está terminando, explicar o que acontecerá em seguida e manter combinados consistentes reduz significativamente a ocorrência de conflitos.

Entendendo os gatilhos das birras

Toda criança possui situações que favorecem o surgimento de crises emocionais.

Entre os gatilhos mais comuns estão:

  • Sono insuficiente;

  • Fome;

  • Excesso de estímulos;

  • Frustrações;

  • Mudanças de rotina;

  • Cansaço físico;

  • Dificuldade de comunicação.

Observar os padrões que antecedem as crises permite aos pais agir preventivamente, reduzindo a intensidade e a frequência desses episódios.

Birras são pedidos de ajuda, não afrontas

Uma mudança importante de perspectiva acontece quando os pais passam a enxergar as birras como um sinal de dificuldade emocional e não como um desafio à autoridade.

Naquele momento, a criança não está pensando em desrespeitar os pais. Ela está demonstrando que ainda não consegue lidar sozinha com aquilo que está sentindo.

Isso não significa permitir qualquer comportamento ou abrir mão dos limites.

Pelo contrário: crianças precisam de limites claros para se sentirem seguras.

O que muda é a forma como esses limites são oferecidos.

É possível acolher a emoção sem aceitar determinados comportamentos. Podemos validar o sentimento da criança e, ao mesmo tempo, manter a regra.

"Eu entendo que você ficou bravo porque queria continuar brincando, mas agora é hora de ir embora."

Esse tipo de postura ensina algo muito valioso: emoções são permitidas, mas nem todos os comportamentos são.

Construindo o cérebro do futuro

Os primeiros quatro anos representam uma janela única para o desenvolvimento emocional.

Cada interação entre pais e filhos ajuda a moldar circuitos cerebrais relacionados à segurança, ao autocontrole e à capacidade de lidar com desafios.

Quando compreendemos que muitas das reações infantis são resultado de um cérebro ainda imaturo, conseguimos responder com mais empatia, firmeza e segurança.

A boa notícia é que cada limite oferecido com respeito, cada rotina previsível e cada momento de acolhimento ajudam a construir, pouco a pouco, o cérebro emocionalmente saudável que essa criança levará para toda a vida.

Dra. Marith Berber
Pediatra e Intensivista
CRM 113.494 / RQE 29.387 / RQE 29.387-1

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Perguntas frequentes Perguntas Frequentes

Os atendimentos são realizados na Clínica Berber, localizada no Edifício Altos Empresarial, sala 72. O prédio dispõe de estacionamento com manobrista no subsolo, facilitando o acesso e visando a sua segurança. Todo edifício segue também as normas de acessibilidade.

Onde são realizados os atendimentos? estrela

Em geral, orientamos que a consulta Pré-natal seja realizada no 8º mês de gestação (a partir de 32 semanas de idade gestacional).

Quando agendar a consulta do Pré-natal? estrela

Após passar pela consulta do Pré-natal, será disponibilizado contato para que quando a data do parto estiver próxima, novo contato médico seja realizado.

Como agendar recepção de parto? estrela

Se for a primeira consulta do bebê, leve todas as informações que tiverem sido fornecidas no hospital (cartão de recém-nascido e carteira de vacinas). Caso a criança seja mais velha, leve exames e medidas antropométricas anteriores, carteira de vacinas e lembre de anotar eventos importantes ocorridos (alergias, uso de antibióticos, relatórios de internação se houver).

O que levar na primeira consulta? estrela

Do nascimento até o sexto mês de vida, as consultas devem ser mensais. Entre 6 e 12m, as consultas são bimensais. Após um ano de vida, as consultas acontecem a cada 3m geralmente.

Qual a frequência recomendada para as consultas de rotina? estrela

Sim, se seu plano trabalhar com sistema de reembolso. Veja no contrato de seu plano de saúde, possibilidade dessa modalidade e também qual o valor de cobertura. Fornecemos nota fiscal e relatório médico, caso seja solicitado pelo plano.

Além de consulta particular, atende algum convênio médico? estrela